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« Previous Page Table of Contents Next Page »11º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade 24 de junho de 2011
2 Institucional
MFC em debate
lítico do encontro. Traçou também um panorama da MFC na região Centro-Oeste do País. Confra a seguir.
Qual a importância de um congresso como este para a Medicina de Família e Comunidade?
Um congresso desse porte tem gran-de importância para a consolidação da MFC no País, além de atestar uma maturidade já alcançada pela SBMFC ao longo desses últimos 30 anos. A Atenção Primaria à Saúde (APS) bra-sileira, notadamente por meio da Es-tratégia Saúde da Família, é um exem-plo para o mundo. Por isso, realizar o encontro desses profssionais em um ambiente amistoso e de construção torna-se essencial.
A realização do Congresso em Brasí-lia (DF) confere também um caráter político ao evento?
Com toda certeza. A escolha de nos-
sa capital federal como sede do 11° CBMFC vem ao encontro da neces-sidade de se discutir com o governo recém iniciado as propostas e diretri-zes em relação à APS e à MFC, quais caminhos serão mantidos e quais se-rão modifcados. Em uma nova con-fguração do Ministério da Saúde essa ação é fundamental.
Uma das características mais mar-cantes da MFC no País é a questão da diversidade regional. Como é atual-mente o cenário no Centro-Oeste?
Hoje, na região Centro-Oeste, presen-ciamos um cenário de pouca valoriza-ção da MFC. A ESF não foi implan-tada, nem, muito menos, conduzida como deveria ser. Ainda existe uma carência importante de profssionais com Residência ou Título de Especia-lista em MFC nessas áreas. Acredito que o 11° CBMFC possa ser um mar-co para a modifcação desse cenário.
Omédico de família e comunidade e presidente do 11º Congresso Brasi-leiro de Medicina de Família e Comu-nidade (CBMFC), Sandro Rodrigues Batista, falou ao Jornal do Congresso sobre a situação da especialidade no Brasil e sobre o caráter científco e po-
CIAP é tema de oficina
Na manhã do primeiro dia do 11º CBMFC, o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Gustavo Gusso, participou com o médico bel-ga Marc Jamoulle da Ofcina: Club CIAP/prontuário eletrônico. Gusso traçou um panorama do Cadastro Internacional de Doenças (CID), ao abordar aspectos que o desfguraram ao longo dos anos, e falou da utilização do Classifcação Internacional de Atenção Primária (CIAP), que já está sendo implan-tado em cidades brasileiras, como o Rio de Janeiro (RJ). “Há muito tra-balho a ser feito para o mapeamento entre os dados do CIAP e do CID. É muito importante utilizarmos as fer-ramentas que dispomos, pois é im-possível termos todas as informações
SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA DE FAMÍLIA
E COMUNIDADE
Presidente:
Gustavo Diniz Ferreira Gusso
Vice-Presidente:
Luiz Felipe Cunha Mattos
Secretária Geral:
Zeliete Zambon
Entidade responsável:
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
Presidente:
Gustavo Diniz Ferreira Gusso
www.sbmfc.org.br
11º CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA DE FAMÍLIA
E COMUNIDADE
Presidente:
Sandro Rodrigues Batista
RS PRESS EDITORA
Jornalista responsável: Roberto Souza | MTB: 11.408
Editor chefe: Fábio Berklian
Editor: Faoze Chibli
Reportagem: Marina Panham, Rodrigo Moraes e Tatiana Almeida
Projeto Gráfico : Luiz Fernando Almeida
Diretor de arte : Leonardo Fial
Fotógrafo : Gentil Magalhães
Diagramação: Leonardo Fial, Luiz Fernando Almeida, Felipe Santiago
Quem fez
necessárias em apenas um sistema de informática.” Gusso salientou a im-portância da implantação de Grupos de Trabalho para a evolução do tema entre os médicos brasileiros. Ele também apresentou um sof-ware, o TranHis, de origem holande-
sa, para extração de análise dos dados de prontuários eletrônicos. No início de abril, Gusso participou de reuni-ões na Holanda com especialistas que utilizam o sofware, considerado um dos mais efcientes para extração de análise de prontuários eletrônicos.
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