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« Previous Page Table of Contents Next Page »11º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade 25 de junho de 2011
2 Acontece
Mestrado e doutorado em MFC/APS
As experiências na área de mes-trado e doutorado na Universida-de Federal do Estado de São Paulo (Unifesp), em São Paulo (SP), as dú-vidas sobre a situação dos médicos residentes ao chegar ao ‘R3’ e a visão e a experiência internacionais da mé-dica do Canadá Judith Belle Brown foram alguns dos temas levantados pela plateia durante a mesa-redonda denominada ‘Mestrado e doutorado em MFC/APS: experiências e possi-bilidades’, no auditório Águas Cla-ras, ontem, dia 24, no segundo dia de debates do 11º Congresso Brasi-leiro de Medicina de Família e Co-munidade (CBMFC).
Além da especialista canadense, o encontro teve a participação do professor adjunto e representante do Departamento de Medicina So-cial da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Erno Har-zheim, e a coordenação de Marcelo Marcos Piva Demarzo.
Redes de atenção com base na APS
Na manhã de ontem (24), o en-tendimento sobre as Redes de Aten-ção à Saúde (RAS) e as relações com a Atenção Primária à Saúde foram tema das apresentações na mesa-redonda realizada no Auditório Bu-riti. Coordenada pelo consultor da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) da Organização Mundial de Saúde (OMS), Renato Tasca, reuniu o secretário de Atenção à Saúde, da Se-cretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde (MS), Helvécio Miranda Magalhães Jr., e o especialis-ta inglês, Salman Rawaf, do Imperial College of London, importante centro nas áreas de ciência e saúde. Durante a apresentação, o secretá-rio da SAS lembrou aos congressistas a importância de um encontro desse nível coincidindo com o início de uma nova gestão no governo e a con-solidação de várias iniciativas na área de saúde. “O tema da atenção primá-ria foi trazido para o centro da políti-ca nacional. Não podemos distinguir o cidadão dos grandes centros daque-le que está em regiões mais distantes. Qualquer cidadão deve ter acesso às redes de atenção, independentemente
Quem fez
desses critérios”, ressaltou Miranda, ao destacar que entre as diretrizes da SAS estão prover ações e serviços de saúde com garantia de acesso equâni-me, para uma atenção integral resolu-tiva, de qualidade, humanizada e em tempo adequado.
Entre as características das Redes de Atenção à Saúde (RAS), Helvécio Miranda mencionou a formação de relações horizontais entre os pontos de atenção, tendo a Atenção Básica como centro de comunicação e base, e falou, ainda, sobre a questão da centralidade nas necessidades de saúde da popula-ção. Nesse contexto, deixou claro que a SAS está segura ideológica e politi-camente de que a ESF é a melhor es-tratégia de atenção básica, enquanto o MS está priorizando a construção da atenção básica e de quatro redes temá-ticas prioritárias: atenção obstetrícia neonatal (Rede Cegonha), urgência e emergência, atenção psicossocial (saúde mental, no enfretamento do ál-cool, crack e outras drogas), e atenção oncológica (a partir da intensifcação da prevenção e controle do câncer de mama e cólon de útero), dentro dos desafos das doenças crônicas.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA DE FAMÍLIA
E COMUNIDADE
Presidente:
Gustavo Diniz Ferreira Gusso
Vice-Presidente:
Luiz Felipe Cunha Mattos
Secretária Geral:
Zeliete Zambon
Entidade responsável:
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
Presidente:
Gustavo Diniz Ferreira Gusso
www.sbmfc.org.br
11º CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA DE FAMÍLIA
E COMUNIDADE
Presidente:
Sandro Rodrigues Batista
RS PRESS EDITORA
Jornalista responsável: Roberto Souza | MTB: 11.408
Editor chefe: Fábio Berklian
Editor: Faoze Chibli
Reportagem: Marina Panham, Rodrigo Moraes e Tatiana Almeida
Projeto Gráfico : Luiz Fernando Almeida
Diretor de arte : Leonardo Fial
Fotógrafo : Antônio Leal
Diagramação: Leonardo Fial, Luiz Fernando Almeida, Felipe Santiago
Reuniões estaduais
Na tarde de ontem (24), várias as-sociações médicas estaduais aprovei-taram a oportunidade para discutir ações durante o Congresso. Houve reuniões da Associação Catarinense de Medicina de Família e Comuni-dade (ACMFC), da Associação Mi-neira de Medicina de Família e Co-munidade (AMMFC), da Associação Paulista de Medicina de Família e Comunidade (APMFC) e, por fm, um encontro regional das associa-ções médicas de MFC nordestinas, o chamado ‘Grupo Nordeste’.
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