HEMO
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abril/maio/junho 2012
hemo hoje
Foto: ©
Vinícius Marinho
/ Fiocruz Multimagens
Buscar investimento para que haja qua-
lificação de profissionais resulta em um
bom desempenho da instituição. Para o
diretor técnico, uma política de recursos
humanos que perpetue e mantenha profis-
sionais qualificados dentro da instituição
diminui a troca frequente de funcioná-
rios, principalmente aqueles envolvidos
nos principais processos.
Gestão da infraestrutura dos hemocen-
tros, aquisição de produtos e de novas tec-
nologias são assuntos que geram bastante
descontentamento, pois têm uma relação
direta com a disponibilidade financeira das
instituições. Carvalho enfatiza que todos
os hemocentros trabalham com um foco
predominante no atendimento aos pacien-
tes do Sistema Único de Saúde (SUS), en-
tão a via de ressarcimento, ou seja, a fonte
de recursos, é bastante limitada.
“Está aquém do que necessitamos.
Então é preciso buscar outras fontes de
recursos para oferecer um atendimento
de qualidade para a população.” Segundo
ele, essas outras fontes de financiamentos
podem vir do próprio SUS, do atendimen-
to de pacientes da Rede de Saúde Suple-
mentar, da Rede Privada, de projetos do
Ministério da Saúde (MS), de projetos de
fundações e até de fomento à pesquisa.
Para os grandes hemocentros, outra
boa estratégia é fazer parcerias com hemo-
núcleos regionais no intuito de desafogar
o atendimento e reduzir os altos custos
desses locais – geralmente nas capitais dos
estados. “Centralizamos o atendimento de
procedimentos de maior complexidade
como sorologia, imunohematologia, refe-
rência e contra referência para pacientes