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HEMO
abril/maio/junho 2012
aconteceu
Em entrevista concedida ao
AABB News (vol. 14), veículo in-
formativo da
American Association
of Blood Banks
[Associação Ameri-
cana de Bancos de Sangue], o diretor
administrativo da Associação Brasi-
leira de Hematologia, Hemoterapia
e Terapia Celular (ABHH), Dante
Langhi Jr., falou sobre a criação do
selo ABHH/AABB.
O objetivo da iniciativa é promo-
ver a certificação de bancos de san-
gue brasileiros e, segundo Langhi,
os padrões serão revistos perante a
lei brasileira para garantir que não
haja discrepâncias. Ainda de acordo
com o diretor, “a qualidade geral do
sistema será aprimorada”.
Selo de
certificação para
bancos de sangue
abhh / aabb
Em abril, o Laboratório Imu-
nolab comemorou 21 anos de
existência. Em comunicado
oficial, o diretor da instituição,
Dante Langhi Jr., afirmou que
“a data significa muito mais que
alcançar a ‘maioridade’. Para nós
e nossos clientes esses 21 anos
significam a consolidação de um
longo trabalho, coroado com o
reconhecimento da qualidade dos
serviços oferecidos”.
Imunolab comemora
21 anos
Curso avançado de
patogênese do HIV
aids
AFaculdade deMedicina da Uni-
versidade de São Paulo (FMUSP)
promoveu o VII Curso Avançado de
Patogênese do HIV entre os dias 28
de março e 4 de abril. A iniciativa,
realizada desde 2006, visa revisar os
mais novos aspectos da patogênese
da infecção e estreitar os laços entre
profissionais da área.
Nesta última edição, foram dis-
cutidas noções básicas e aplicadas
sobre a patogênese da infecção pelo
HIV e o desenvolvimento da Síndro-
me da Imunodeficiência Adquirida,
atualmente integrado às atividades
do programa de pós-graduação da
FMUSP.
Foto: ©
Dreamstime
©
FMUSP
/ Divulgação
Produção nacional de
remédio contra leucemia
leucemia
Aco r do
firmado entre
dois laborató-
rios públicos e
cinco privados
prevê a trans-
ferência de tecno-
logia para a produção
nacional do medicamento
que leva a substância
mesilato de
imatinibe
, utilizado para o tratamen-
to de leucemia mieloide crônica. A
parceria, segundo o ministro da Saú-
de, Alexandre Padilha, busca tornar
o País autosuficiente em produtos
considerados essenciais para a popu-
lação. Ainda de acordo com Padilha,
a expectativa é que em quatro anos a
produção do remédio seja suficiente
para suprir a demanda no País.
Segundo o ministro, passar a
produzir o mesilato de imatinibe no
Brasil significará uma economia de
até US$ 70 milhões para o Ministé-
rio da Saúde (MS), uma vez que foi
negociado também um preço menor
com a possibilidade de atender mais
pessoas no Sistema Único de Saúde
(SUS), além da inovação tecnológica
e da geração de empregos.