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HEMO
abril/maio/junho 2012
giro
Aprimoramento técnico e cientí-
fico foi o objetivo da Reunião Anual
dos Serviços Hemoterápicos da Re-
gião que o Hemocentro da Faculdade
de Medicina (Famema), em Marília
(SP), promoveu em 7 de dezembro
de 2011 para as unidades de hemote-
rapia e hematologia que atende.
Na ocasião, foram abordados
temas como “Indicações de concen-
trados de hemácias filtradas, lavadas
e irradiadas”; “Portaria 1.353 do Mi-
nistério da Saúde – novas diretrizes
para normatização da hemoterapia no
Brasil”; “Tipagem sanguínea de grupo
RhD”; “Cuidados e papel da enferma-
gem no ato transfusional”; “Hemonú-
cleo de Bauru – Experiência e gestão
para a excelência”; “Teste de hemosi-
linas em doadores de sangue – impor-
tância e como realizar”; “Programa de
gestão de resíduos em unidades de he-
moterapia”; e “Região de abrangência
do Hemocentro de Marília – nossas
metas para 2012”.
Na opinião da diretora técnica
do Hemocentro da Famema, Do-
ralice Marvulle Tan, é importante
avaliar os serviços na região, os
Famema promove
encontro anual
Reunião Anual
dos Serviços
Hemoterápicos da
Famema
aspectos positivos, as deficiências
e as necessidades. “É uma troca
de experiências que colabora para
melhorar a qualidade dos serviços
prestados.”
Marcel Inada e Andréa Furla-
netto Pereira, biomédicos do He-
mocentro da Famema, com o apoio
da diretora técnica da instituição,
participaram também da elabo-
ração do Manual para Controle
da Qualidade do Sangue Total de
Hemocomponentes, da Redsang
Sibratec, uma rede formada por
serviços tecnológicos de sangue e
hemoderivados.
Inada enfatizou que “existia a
necessidade de se criar um manual
para padronizar o controle de quali-
dade de hemocomponentes no País.
Passamos nossa experiência aqui
do hemocentro”. Além dos profis-
sionais do Hemocentro da Fame-
ma, participaram da elaboração do
manual representantes da Fundação
Pró-Sangue, do Instituto Adolfo
Lutz, da Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp) e do Hemo-
centro de Ribeirão Preto.
Fotos: ©
Roberto Cezar
/ Divulgação ©
Arte de Gustavo Rosa
/ Reprodução
Pela segunda vez, o He-
mopi promoveu, no dia 28
de fevereiro, a reunião do
Comitê Transfusional com a
presença de representantes
de serviços de assistência à
saúde do estado. Baseado na
Portaria 1353/2011 do Mi-
nistério da Saúde (MS), que
aprova o Regulamento Téc-
nico de Procedimentos He-
moterápicos, o comitê tem
como principal finalidade
conhecer e monitorar a prá-
tica transfusional.
Na ocasião, a hemato-
logista do Hemopi, Melissa
Santana, discorreu sobre a
importância do ‘Uso Racio-
nal do Sangue’ ao se pres-
crever uma transfusão. Ainda
de acordo com ela, é preciso
considerar riscos inerentes
à transfusão, infecciosos e
de aloimunização como Eri-
trocitária (reações hemolíti-
cas), Leucocitária (reações
transfusionais diversas), e
Plaquetárias (refratariedade
plaquetária).
Segundo a gerente da he-
morrede, Evoneide Oliveira,
o Hemopi está trabalhando
junto às Agências Transfu-
sionais a partir das orienta-
ções do Comitê Transfusio-
nal, para orientar os serviços
de saúde a realizar um proce-
dimento da forma mais segu-
ra possível. A última reunião
do Comitê aconteceu no dia
30 de março, no Auditório do
Hemopi, com o tema “O Ato
Transfusional”.
Hemopi
promove
reunião do
Comitê
Transfusional