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Revista Vestir
Mercado
perspectivas
conta da competição que, pela segunda
vez, desembarca no Brasil (a primeira foi
em 1950). “Somos uma empresa voltada
ao público feminino. É possível que em
dias de jogos o movimento nas lojas seja
maior, mas não montamos nada espe-
cial nem temos expectativas acima do
comum para a Copa do Mundo”, explica.
Um dos pontos que podem corroborar
a expectativa da Cia de Moda é a pos-
sibilidade de, uma vez em São Paulo,
os turistas se aproveitarem dos dias
sem jogos para conhecer outros locais,
como Foz do Iguaçu, Florianópolis e até
mesmo o Rio de Janeiro.
Sobre a realidade atual, o diretor foi
taxativo. “Não estamos em um ano bom,
mas tampouco é ruim. Na verdade, o
mercado não cresce como deveria, e a
produção interna é menor do que pode-
ria por causa dos produtos impor ta-
dos”, pontua Zelazny, que apoia a luta
do Sindivestuário pelo Regime Tributário
Competitivo para a Confecção (RTCC).
Sebrae 2014
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro
e Pequenas Empresas (Sebrae) criou um
programa exclusivo para empreendedo-
res que pretendem ter a Copa do Mundo
como trampolim para seus negócios. O
site www.sebrae2014.com.br oferece
dicas, vídeos, textos e procedimentos
burocráticos para diversos setores da
economia. Para o setor de vestuário/
confecção, vale conferir o canal Moda.
Gerente da Unidade de Acesso a
Mercados e Ser viços Financeiros do
Sebrae, Paulo Alvim explica a ação: “O
Programa Sebrae 2014 apoia as micro e
pequenas empresas e empreendedores
individuais a se tornarem mais compe-
titivos com as opor tunidades ofereci-
das pelos megaeventos espor tivos,
principalmente pela Copa do Mundo
da Fifa 2014”.
De acordo com o site, um exemplo
de bom investimento está nas peque-
nas confecções. Como pessoas de
Quiosque da Copa é uma
das opções de negócios
da competição