Abr • Mai • Jun 2014 |
medicina nuclear em revista
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o especial ista
rodegenerativas poderá ajudar na
avaliação de medicamentos ou pro-
cessos que possammudar o curso
dessas doenças.
Recentemente, o SUS incorporou o
exame de PET/CT para monitorar
pacientes com câncer. Qual sua
opinião a respeito?
Essa questão foi fantástica, a ação
beneficiará uma ampla parcela da
população. Espero que o PET/CT
seja incorporado para outras áreas,
como a neurologia, pois beneficiará
as pessoas que sofrem com
Alzheimer e outras doenças dege-
nerativas. O Governo libera essas
tecnologias de forma tímida, o que
prejudica muitas pessoas e nos
mantém atrasados em relação a
outros países.Os que mais sofrem
são aqueles que dependem do
Sistema Único de Saúde (SUS) e
terminam por ser negligenciados
pelo poder público. O PET/CT está
atrelado a uma assistência pública
e somos dependentes de políticas
públicas. Portanto, devemos come-
morar o reconhecimento da impor-
tância desse exame pelo SUS!
Como avalia a evolução da
medicina nuclear brasileira?
Acompanhei perifericamente a
medicina nuclear brasileira e só
mais recentemente, com o envolvi-
mento mais intenso no Instituto do
oferecidas pela medicina nuclear
e imagem molecular?
Creio que as dificuldades são
decorrentes de vários fatores, tais
como pouca ou nenhuma disponi-
bilidade desse recurso diagnóstico
em muitas regiões do Brasil, limita-
ção de acesso pelos pacientes do
SUS, divulgação insuficiente de
suas aplicações e limites. E também
pouca interação em muitos centros
entre neurologista e médico nuclear
e a insuficiência curricular em
medicina nuclear observada em
muitas escolas e programas de
residência médica.
Cérebro, tive a oportunidade de
conhecer melhor sua evolução. Vejo
indivíduos talentosos preocupados
com a excelência. Pressinto uma
fase de transição decorrente da
incorporação de novas tecnologias,
com a aproximação necessária com
a imagem convencional (tomografia
computadorizada e ressonância
magnética) e a expectativa de novos
biomarcadores estabelecendo a liga-
ção com a genômica funcional.
Quais dificuldades os especialistas
de neurologia enfrentam no Brasil
para usar as modernas tecnologias
Pressinto uma fase de
transição decorrente da
incorporação de novas
tecnologias, com a
aproximação necessária
com a imagem convencional
(tomografia computadorizada
e ressonância magnética)
e a expectativa de novos
biomarcadores estabelecendo
a ligação com a
genômica funcional