Página 24 - Medicina Nuclear em Revista 06

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Abr • Mai • Jun 2014 |
medicina nuclear em revista
24
cobertura
Em seguida, Ramos palestrou
sobre a Visão Global dos Aspectos
Atuais de Reembolso e Codificação
em PET/CT. O presidente da
SBMN iniciou a apresentação des-
tacando como funciona o reembol-
so de PET/CT nos EUA – critérios
utilizados e deficiências – e a evo-
lução dessa questão na Europa.
Em seguida, relatou a situação
desses exames no Brasil, a cober-
tura de PET no País e as diversas
discussões entre a Sociedade e o
Governo para que isso se torne
realidade. “Realizamos diversas
reuniões com a Conitec desde
2010, e a discussão sempre é
importante para termos avanços.
Estima-se que existam cerca de
100 PET/CT em operação no
Brasil e 405 clínicas autorizadas
para realizar o procedimento, mas
muitos não estão sendo utiliza-
dos”, afirmou. Ele opinou também
sobre a regulamentação de radio-
fármacos no Brasil e o papel da
Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) – veja detalhes
na pág 28. Logo depois, Coura
Filho apresentou algumas pesqui-
sas sobre o PET/CT, como a
importância dos exames em tumo-
res ginecológicos e acompanha-
mento de pacientes com câncer de
cabeça e pescoço.
O segundo dia de programação
científica da JPR emmedicina
tria. O especialista discutiu ainda a
avaliação das imagens em processos
neurodegenerativos e apresentou
informações e alguns resultados das
pesquisas realizadas na USP. Por
fim, José Leite Gondim Cavalcanti
Filho, do Rio de Janeiro (RJ), abor-
dou o uso do FDG no PET/CT em
casos de tumores cerebrais.
Já na parte damanhã do sábado,
os especialistas discutiram sobre cin-
tilografia óssea. Os temas Cintilografia
Óssea no Tumor Ósseo Primário;
Cintilografia Óssea na Osteonecrose e
uma Comparação com a RM; O que
Existe de Novo em ImagemFuncional
Óssea: Fluoreto; Fraturas por
Insuficiência: o que oMédico Nuclear
deve Saber?; Atualizações em
Cintilografia Renal e Cintilografia
Hepatobiliar na Era da Colangio – RM
foramabordados. Apartir das 14h,
os congressistas acompanharam
nuclear manteve como tema princi-
pal o PET/CT. Entre as principais
palestras, seu uso nos casos de lin-
foma, além das controvérsias, prós e
contras da utilização de contraste
intravenoso e os falsos-positivos no
diagnóstico em pacientes.
O período da tarde foi aberto
com uma sessão interativa de revi-
são baseada na apresentação de
casos de tumores de cabeça e pesco-
ço, câncer colorretal, tumores de
pâncreas, fígado e gastrointestinais
e, por fim, os pitfalls mais comuns
em casos de tumores de cabeça e
pescoço e abdominais.
Na sequência, Rohren voltou a
falar aos presentes, dessa vez sobre
o uso de imagens metabólicas do
cérebro em casos de demência e
outras aplicações como em doença
de Parkinson, autismo, esquizofre-
nia, doença de Alzheimer, epilep-
sia, entre outras.
Na apresentação seguinte,
Buchpiguel falou sobre o status
atual e as perspectivas para o uso
das imagens amiloides. Durante a
palestra, o também diretor do
Serviço de Medicina Nuclear e
ImagemMolecular do Instituto de
Radiologia do Hospital das Clínicas
da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo levantou
a questão de como definir o uso de
imagemmolecular e seus desafios e
vantagens em neurologia e psiquia-
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