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11º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade

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26 de junho de 2011

Acontece

Curso de Matriciadores do NASF

No auditório Planalto, entre 9h às 17h30, a coordenadora Rosani Pagani traz o Curso ‘Matriciadores do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF). Entre os ministrantes do Curso estão as médicas

Programe-se

Ligas se reúnem no CBMFC

Na reunião das Ligas Acadêmicas de MFC, realizada ontem (25) no 11º CBMFC, foram discutidos pelos parti-cipantes assuntos como a defnição e os papéis de uma Liga, a educação emsaú-de, a extensão universitária, o empode-ramento social e as formas de atuação na comunidade. Outro ponto debatido foi a necessidade de reativação da As-sociação de Ligas Acadêmicas de Saú-de da Família (ALASF). “Uma associa-ção atuante possibilita o fortalecimento do papel das ligas na promoção da APS na graduação”, disse a ex-secretária da ALASF, Andréia Conte.

Os participantes foram divididos entre grupos, em que puderam discu-

11º CBMFC é notícia em veículos de TV, impressos e digitais

Ao longo dos três primeiros dias de encontro, o 11º CBMFC destacou-se em outro eixo, o de imprensa. Foram mais de dez entrevistas para diferentes veículos de comunicação, entre impressos, digitais, noticiários televisivos e rádio. Repercutiram o evento as emissoras de TV Brasil, Record, Band, CNT; as rádios CBN, Agência Nacional, Agência Câmara; o jornal Brasil e, na internet, portais como o da Agência Brasil de Notícias, o do Conselho Federal de Medicina (CFM), do Conselho Nacional de Se-cretarias Municipais de Saúde (Cona-sems), da Associação Médica Brasi-leira (AMB), da Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), da Rede de Pesquisa em APS, entre outros.

Sandra Fortes, Daniela Almeida Gonçal-ves e a terapeuta Ocupacional, Renata dos H. Oliveira.

Ortopedia na APS

No último dia de congresso, Alexandre

Borges Fortes coordena ao lado dos palestrantes Marcerlo Sudério e Fabrício Casanova, ambos catarinenses, o Curso de Ortopedia na Atenção Primária à Saú-de (APS). O Curso acontece no Auditório Águas Claras, entre 9h e 17h30.

tir pontos importantes, como possíveis cenários e o que fazer segundo as com-petências de um acadêmico em forma-ção, como planejar e defnir objetivos de ação e modalidades de avaliação. Para a estudante de Medicina da Uni-versidade Federal do Triângulo Minei-ro (UFTM), ÉrikaCamargos, o sucesso da ofcina evidencia a importância do envolvimento acadêmico com a MFC. “Cada vez mais, a participação de futu-ros médicos mostra-se uma aliada no fortalecimento da especialidade.” Após a reunião foi gerado docu-mento com todos os temas debatidos. O material poderá ser acessado pelo site da SBMFC.

Experiência online no Amazonas

Imagine uniformizar o atendimen-to de atenção primária em um estado de extensão continental como o Ama-zonas, onde a dispersão da população é muito grande e em que as distâncias são contadas em dias, não em quilô-metros. Uma alternativa bem-sucedi-da utilizada há quase uma década é a Telemedicina. O médico de família e comunidade Ricardo Amaral atua há cerca de três anos como médico re-gulador dos programas de Telessaúde e Teleeducação nos 62 municípios do maior estado brasileiro.

Segundo Amaral, o médico de fa-mília e comunidade tem importância fundamental neste processo, pois o

Telessaúde no Brasil está voltado para a Atenção Primária da população. “Fazemos todo o atendimento online aos pacientes, com abordagem comu-nitária e familiar. A partir daí, resol-vemos o problema ou, caso exista ne-cessidade, encaminhamos o assunto para um especialista focal”, disse. Amaral também contou sobre o trabalho desenvolvido junto à Estra-tégia Fluvial. “Nesses casos, temos parcerias com as equipes que traba-lham nas embarcações. Podemos pa-rar o barco e virá-lo para o satélite, e por meio de uma antena móvel trans-mitir aulas educativas e, até mesmo, tirar dúvidas dos pacientes.”

O presidente do Congresso, San-dro Batista, e o presidente da SBMFC, Gustavo Gusso, estiveram entre as fontes mais requisitadas para as entre-vistas, que abordaram, principalmen-te, a questão do excesso de prevenção na atenção primária e secundária e o papel do médico de família e co-munidade como porta de entrada da Atenção Primária à Saúde, por meio da Estratégia Saúde da Família. Além de Batista e Gusso, represen-taramaMFCnas demandas de impren-sa especialistas como Ademir Lopes Jr. (APMFC); Emílio Rossetti (diretor de Titulação da SBMFC); Nilson Ando (diretor de Medicina Rural da Socie-dade); Paulo Poli (ACMFC); e Tiago Trindade (diretor de Graduação e Pós-graduação strictu sensu da SBMFC).

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