medicina nuclear em revista
| Jul • Ago • Set 2014
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capacitação e mercado
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-FDG na avaliação de processos
infecciosos, estudos cintilográficos,
papel da tomografia computadoriza-
da emmétodos híbridos, refluxo
gastroesofágico, esvaziamento
gástrico e esofágico e avaliação de
nódulos hepáticos. Os especialistas
de áreas correlatas irão conferir
mais informações sobre a atuação
da Comissão Nacional de Energia
Nuclear (CNEN) e a relação com a
Anvisa. E na Prática com o Expert,
terão aulas sobre anatomia do abdô-
men superior, da pelve masculina e
feminina e casos de MN sobre nefro-
logia, aparelho digestivo e neurologia.
Para Coura Filho, o crescimento
do conhecimento e o desenvolvimento
científico permitema inclusão de
novos procedimentos, a criação de
novos radiofármacos e o aprimora-
mento de técnicas já consagradas.
“Somente comumamedicina nuclear
eficiente podemos esperar crescimen-
to da especialidade e umacessomais
amplo dos pacientes brasileiros à saú-
de. Portanto, a participação no
Congresso pode ser vista comomais
um instrumento não só de benefícios
para seus participantes diretos, mas
tambémpara a saúde e o campo da
medicina nuclear no Brasil”, aposta o
presidente do evento.
Interação em São Paulo
A cidade de São Paulo foi escolhida
pela SBMN por ter amaiorconcentra-
ção de serviços de medicina nuclear e
consequentemente omaior número
de profissionais trabalhando na área.
E tambémpossui fácil acesso pela
malha aérea e rodoviária, o que favo-
rece o comparecimento dos profissio-
nais de outras cidades e estados. “Os
congressistas podem esperar um
evento rico em conteúdo, focado em
atualização profissional, mas com
espaço para novidades. Alémdisso,
também terão a oportunidade de
reencontrar os amigos e confraterni-
zar emuma cidade cheia de opções de
diversão e gastronomia”, destaca o
presidente do XXVIII Congresso
Brasileiro de Medicina Nuclear.
Essa edição será marcada por
uma importante conquista no âmbi-
to do desenvolvimento e fortaleci-
mento da medicina nuclear no
Brasil. Segundo o presidente da
SBMN, Celso Darío Ramos, na oca-
sião será celebrado um ano da con-
quista da filiação da entidade à
Associação Médica Brasileira
(AMB), o que designa à Sociedade o
título de representante oficial da
especialidade no País e torna-a res-
ponsável por emitir o título de espe-
cialista emmedicina nuclear.
“O evento é realizado para os con-
gressistas, e somente com participa-
ção ativa há sucesso. Nós pensamos
em formas de propiciar a cadaindiví-
duoa possibilidade de se desenvolver
e com isso se tornar um profissional
atualizado e commaiores oportuni-
dades, capacitado em sua área de
atuação ou de interesse profissional”,
relata Coura Filho. Para ele, ser pre-
sidente do Congresso é uma honra e
desafio: “A honra deve-se aoreconhe-
cimento de meus colegas e a chance
de novamente contribuir para o cres-
cimento da área; o desafio, por sua
vez, é representado pela dificuldade
de tornar realidade um evento tão
importante, bem como transformá-lo
em sucesso tanto para os participan-
tes quanto para a medicina nuclear
como especialidade médica”.