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medicina nuclear em revista
| Jul • Ago • Set 2014
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e s pec i al
c arre i ra
Para Araújo, a cidade de Goiânia tem as mesmas
facilidades e desafios usuais de outras grandes cida-
des: “Conseguimos importar equipamentos, trazer
insumos radioativos para a operação, as manutenções
dos equipamentos conseguem ser rápidas na maioria
das vezes e, principalmente, temos mercado para
atuar, planejar e crescer”.
Otimista, o médico nuclear de Manaus acredita que a
evolução da MN em regiões mais distantes está mais
relacionada ao profissional do que à estrutura disponí-
vel. “Tudo depende mais da gente do que do governo. Às
vezes temos a sensação de que estamos investindo no
escuro, compramos aparelhos e não sabemos se teremos
um retorno. Mas, a meu ver, o que vale é o amor à nossa
especialidade e ao trabalho que desenvolvemos.” O
especialista reforça que todas as dificuldades são supe-
radas. “Lutamos com a adversidade e sempre vencemos.
Fico feliz em ver como a especialidade cresceu e presen-
ciamos muitas histórias de sucesso nesses últimos 30
anos”, destaca Souza Filho.
1. whemberton martins de araújo atua em goiânia desde 2010
2. clóvis rogério bornemann e sua filha clarissa
3. carlos borelli zeller está há seis anos em porto velho
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