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medicina nuclear em revista
| Out • Nov • Dez 2014
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o especial ista
Foi realmente uma conquista impor-
tante para a MN e, claro, para a
Sociedade. A união entre a radiolo-
gia e a medicina nuclear no Brasil
pôde ser claramente vista em 2013
com a realização conjunta do CBMN
ao Congresso Brasileiro de Radiologia,
organizado pelo Colégio Brasileiro
de Radiologia (CBR). Realizar um
Congresso em conjunto, na mesma
data e local foi uma grande vitória.
Quantos países do mundo fazem
isso? Por isso, realmente esse é um
fato marcante. Radiologistas e médi-
cos nucleares ganharam duas vezes.
Isso sem contar que este foi o pri-
meiro evento da SBMN já como
Sociedade filiada à Associação
Médica Brasileira (AMB). E isso só
foi possível graças ao trabalho de
integração liderado pelo presidente
do CBR, Dr. Henrique Carrete Jr., e
de um grupo de pessoas, entre as
quais cito o 1º secretário da AMB,
Dr. Aldemir Soares.
Depois de quatro anos a frente da
Sociedade, quais serão os seus pró-
ximos passos profissionais?
Pretendo intensificar minha princi-
pal atividade na Unicamp, onde sou
docente do Departamento de
Radiologia da Faculdade de Ciências
Médicas e atual diretor no Serviço de
Medicina Nuclear. Estou empenhado
em três áreas: ensino, pesquisa e
assistência. Quanto ao ensino, me
dedico à graduação - não só em
medicina, mas também radiofarmá-
cia e da física médica. Também há a
residência médica emmedicina
nuclear que proporciona um apren-
dizado bastante completo para os
nossos residentes. Além disso, orien-
to diversos alunos em nível de mes-
trado, doutorado e pós-doutorado.
Procuro também disponibilizar a
MN como ferramenta de pesquisa
para as mais diversas especialidades
médicas e para outras áreas da
Unicamp, como o Instituto de Física,
o Centro de Engenharia Biomédica, a
Faculdade de Farmácia e o Instituto
de Química. Temos vários projetos
em andamento, que foram favoreci-
dos pela renovação de nosso parque
tecnológico. Integro, também, um
grupo privado, a Medicina Nuclear
Diagnóstico e Terapia (MN&D), ao
qual irei me dedicar commaior
intensidade, principalmente na uni-
dade de Campinas. Além disso, atuo
também no Serviço de Medicina
Nuclear e PET/CT do Hospital Sírio-
Libanês em São Paulo, por meio da
M&D. Mantive essa atividade nos
últimos anos principalmente a partir
de plantões a distância. Finalmente, é
preciso lembrar que, como último
ex-presidente da SBMN, passo auto-
maticamente a presidir o Conselho
Consultivo da entidade. Éminha
intenção – e da ex-presidente e dire-
tora eleita Marília Marone – que o
conselho seja bastante atuante na
próxima gestão.
Há quatro anos à frente da
sociedade, darío destaca
o amplo trabalho de
comunicação feito para
ampliar e divulgar o
conhecimento em
medicina nuclear
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