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medicina nuclear em revista
| Out • Nov • Dez 2014
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capacitação e mercado
160,000
140,000
120,000
100,000
80,000
60,000
40,000
20,000
0
estabelecimento
Federal
estabelecimento
estadual
estabelecimento
municipal
estabelecimento
Privado com fins
lucrativos - PJ/PF
estabelecimento
Privado sem fins
lucrativos
estabelecimento
Filantrópico com
cnas válido
estabelecimento
Privado lucrativo
simples
2008
2009
2010
2011
2012
Contribuição dos diferentes tipos de prestadores para
o serviço especializado de medicina nuclear in vivo
ambulatorial entre 2008 e 2012
iodo-131 para o câncer de tireoide,
tratamentos com lutécio-177 para
os tumores carcinoides metastáti-
cos, tratamentos de metástases
ósseas dolorosas com o samário-153
e o tratamento de neuroblastomas
com I-MIBG-131. “Temos quatro
titulares, 12 biomédicos, 10 enfer-
meiras e seis residentes. Chegam
pessoas de todos os lados do Brasil,
desde pacientes a profissionais em
formação, e fazemos de tudo para
dar o melhor atendimento, pois
nossa filosofia é que o câncer é
uma fase da vida.”
Altos e baixos em MN
O Serviço de Medicina Nuclear do
Hospital das Clínicas de
Pernambuco (HC-UFPE) é um dos
mais antigos do nordeste: está em
atividade desde a década de 1980.
De acordo com a responsável pelo
HC, Simone Brandão, lá são reali-
zados todos os exames cintilográfi-
cos de MN. “Nosso atendimento
principal é a iodoterapia. O PET/
CT chegou em 2012, mas só funcio-
nará em janeiro de 2015. Ele ainda
não foi instalado, foi muita buro-
cracia para tornar isso possível,
demoramos dois anos para adequar
a sala, entre outras intercorrências
no período. Também temos uma
gama câmara. Vamos contratar
mais três médicos no ano
que vem”, diz.
Para ela, o Serviço já teve altos
e baixos: em 2008, passou por uma
reestruturação e tem crescido des-
de então, até mesmo na área de
pesquisa. “No último Congresso
de Medicina Nuclear, ganhamos
um prêmio de melhor trabalho de
MN cintilográficos e terapia, um
trabalho de mestrado de uma alu-
na. Apesar das dificuldades do
setor público, como a falta de
estrutura, estamos conseguindo
fazer um trabalho muito bom”,
comemora. O HC realiza em média
200 exames por mês e faz 42 trata-
mentos (12 de hipertireoidismo e
30 de câncer de tireoide).
fonte: o sus na medicina nuclear do brasil:
avaliação e comparação dos dados fornecidos pelo datasus e cnen