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Out • Nov • Dez 2014 |
medicina nuclear em revista
30
na prática
A SBMN, por meio do Departa-
mento de Centros Formadores, tem
estimulado o aumento do número de
vagas nos centros pré-existentes e
auxiliado na criação de novos, sub-
sidiando informações de modelo de
programas e esclarecendo dúvidas
em relação ao conteúdo programáti-
co necessário e formas de ensino.
“Também tenta auxiliar no inter-
câmbio de alunos para complemen-
tar a formação, caso o centro forma-
dor não possua tal ensinamento”,
afirma Sonia. Para ela, os progra-
mas de residência médica e do curso
de especialização no Brasil são mais
específicos e direcionados à medici-
na nuclear do que os do EUA e
Europa, por exemplo.
Segundo o secretário-executivo
da CNRM, Francisco Arsegode
Oliveira, todas as especialidades
têm seu espaço no sistema de saúde
e devem ser pensadas de acordo
com as necessidades do País. Em
relação à avaliação da formação e
cadastro, ele afirma que a Comissão
estabelece a formação de cada espe-
cialidade médica por meio de suas
Resoluções. “Nelas, ficam estabele-
cidas as atividades desenvolvidas
pelos residentes, locais de treina-
mento, supervisão, número de pro-
cedimentos etc. Os programas de
residência são visitados localmente
como condição para serem creden-
ciados e, posteriormente, de forma
periódica de acordo com esses parâ-
metros. Se houver falhas ou incon-
sistências, elas devem ser sanadas
para manter o credenciamento e
continuar formando residentes.”
Oliveira acredita que tanto a CNRM
quanto a SBMN têm uma grande
À esquerda, Francisco
Arsego de Oliveira secretário
executivo da Comissão
Nacional de Residência Médica
(CNRM), à direita, Sonia
Moriguchi do Departamento
de Centros da Sociedade
Brasileira de Medicina
Nuclear (SBMN), na página ao
lado, Stefanie Knabben realiza
residência no Câncer Center
A.C. Camargo
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